O homem que copiava

Jovens sem perspectiva de futuro tentam descobrir uma forma de ganhar dinheiro para realizar seus sonhos. Mesmo que seja a partir de um plano mirabolante ou até por pura sorte. Este é o enredo de O homem que copiava, novo longa-metragem de Jorge Furtado (Houve uma vez dois verões) que, entre Porto Alegre e Rio de Janeiro conta uma história para lá de divertida com um elenco de primeira. 

André (Lázaro Ramos) tem 20 anos e o segundo grau incompleto. É operador de fotocopiadora na livraria e papelaria J. Gomide, no 4º Distrito, em Porto Alegre. Mora com a mãe. Gosta de desenhar e gosta de Sílvia, uma vizinha que espiona todas as noites. André precisa desesperadamente de trinta e oito reais.

Sílvia (Leandra Leal) tem 18 anos. Estuda à noite e trabalha como balconista numa loja de roupas femininas. Mora com o pai, gosta de ler e não é muito de figo. Sílvia marcou um encontro no alto do Corcovado e não pode faltar.

A estonteante Marinês (Luana Piovani) trabalha na papelaria, com André. Namora, mas não muito, um alemão que vive na Holanda. Marinês fica muito bem em vestidos e carros de luxo que não tem dinheiro para comprar. Cardoso faz tudo por ela: até parar de fumar. E Marinês faz de tudo com ele. Quase tudo.

Cardoso parou de fumar há dois dias. Ele nem está sentindo muita falta do cigarro. Só às vezes, depois do almoço. Aquele cigarrinho. Se você não fuma, não sabe o que é aquele cigarrinho, depois do almoço.

André precisa de trinta e oito reais para comprar um chambre de chenile e para salvar a vida de Sílvia. André faz muitos planos para conseguir dinheiro. Todos dão certo. E foi aí que seus problemas começaram.

Site oficial com versões em português e inglês: http://www.ohomemquecopiava.com.br/